Guia completo sobre segurança empresarial: o que você precisa saber

A segurança empresarial é de extrema importância para que todos dentro de uma organização se sintam protegidos para exercer suas funções diárias. Assim, a preservação do patrimônio de uma empresa envolve diversas práticas com o objetivo de reduzir ou eliminar os riscos, como roubos e furtos.

Para tanto, os negócios precisam contar com uma equipe de segurança capacitada, fazer investimentos em equipamentos e procedimentos diversos de proteção. As empresas especializadas em segurança prestam o suporte necessário para que as companhias possam se dedicar a sua atividade-fim, reduzindo os riscos de vulnerabilidades existentes. Nesse cenário, o gestor e os profissionais de segurança exercem funções fundamentais.

Neste post separamos para você tudo sobre segurança empresarial e como fazer parte desse mercado que cresce a cada dia. Acompanhe!

1. O que é segurança empresarial?

Segurança empresarial é um conjunto de estratégias direcionadas para livrar as organizações de ameaças, sejam elas internas ou externas. De modo geral, toda empresa atua com a segurança patrimonial, mas exerce uma atuação maior, zelando pela segurança da gestão de riscos, da inteligência da informação, dos planos de continuidade do negócio — enfim, possuem uma abrangência de atividades maior que a segurança privada.

Nesse contexto, podemos dizer que a segurança empresarial envolve outras áreas, tais como: segurança contra roubos e contra incêndio e, ainda, proteção contra greves, para evitar sabotagem, contra espionagem, sequestros de empresários, entre outros.

Assim, é possível destacar que o investimento em segurança empresarial é proporcional ao risco que uma instituição corre — e as ações de segurança não devem impedir ou dificultar a atividade normal do negócio protegido, mas sim possibilitá-la. O nível de proteção deve estar alinhado com o tipo de ativo a ser amparado, bem como o grau de riscos ao qual se está exposto.

Além disso, é preciso ter em mente que segurança é prevenção, sendo algo dinâmico que tem a necessidade de ser continuamente estudado e atualizado com treinamentos constantes.

A segurança empresarial é dividida em subsistemas, tais como:

  • eletrônica;
  • física;
  • do patrimônio;
  • de instalações;
  • ocupacional;
  • de dados e registros;
  • documental;
  • proteção contra incêndios;
  • vigilância;
  • outras formas setoriais direcionadas à atividade de segurança empresarial.

Esses subsistemas estão interligados na política de segurança da organização, que define estruturas, meios e formas operativas para a segurança no contexto empresarial.

O universo da segurança empresarial é muito grande, por isso é comum o termo gerar algumas confusões em relação à sua abrangência ou competências profissionais, visto que temos muitas variações. No entanto, todos caminham para um único objetivo: proteger, de todas as formas possíveis, os ativos tangíveis (materiais) e intangíveis (imateriais) de uma organização.

Nesse sentido, a proteção empresarial envolve a adoção de medidas preventivas, proativas e às vezes até repressivas.

Assim, ao consideramos que os ativos a serem protegidos passam por todas as áreas de uma empresa, é preciso zelar pelos aspectos relacionados à prevenção de acidentes, saúde do trabalhador, riscos de incêndio e ainda monitorar a segurança patrimonial e das informações.

1.1. Segurança empresarial no contexto do sistema integrado de segurança

Para que o plano de segurança empresarial tenha êxito, é importante entender como integrar o sistema envolvendo os processos de segurança. Ele é composto por 4 elementos dinamicamente relacionados e que são interligados com a finalidade de atingir um objetivo, no caso, a segurança empresarial. São eles:

1.1.1. Meios técnicos ativos e passivos

São considerados meios técnicos ativos os controles de acesso, sistema de Controle Fechado de TV (CFTV), a central de monitoramento, alarmes, sensores, entre outros equipamentos de segurança.

Já os meios técnicos passivos são referentes à estrutura da organização, à resistência e altura dos gradis e cercas, à grade nas janelas, à resistência das portas e vidros, iluminação, entre outros.

1.1.2. Recursos Humanos

Refere-se ao número de pessoas e/ou à qualificação e/ou ao posicionamento de todos os funcionários que integram a segurança na empresa.

1.1.3. Meios Organizacionais

São as políticas de segurança, suas normas, seus planos e procedimentos.

1.1.4. Inteligência empresarial

A inteligência empresarial aborda as informações relevantes para a análise de políticas, estratégias e procedimentos referentes à segurança da organização, com o objetivo de eliminar perdas, sejam elas por meio de ameaças atuais ou potenciais.

1.2. Como funciona o sistema integrado de segurança

Entendendo que todos os processos precisam estar alinhados — já que não adianta ter colaboradores em número suficiente e treinados se não existir um processo para que possam cumprir ou que não exista meios eletrônicos capazes de ajudá-los ou, ainda, que desconheçam os crimes potenciais ou reais que possam gerar ameaças para a empresa —, é sabido que uma política estratégica de segurança empresarial precisa envolver procedimentos e políticas que garantam a execução do plano integrado de segurança.

Nesse contexto, o sistema integrado é de fundamental importância para o alcance dos objetivos da organização, sejam eles para atenuar crimes e violência ou para eliminar perdas e sabotagens, evitando furtos, desvios de produtos, entre outros.

2. Qual a importância da segurança empresarial para um negócio?

Diante de mercados cada vez mais competitivos, as empresas precisam ter uma atuação estratégica, com ênfase no negócio, para que possam crescer. A incerteza e as ameaças oriundas de várias vertentes fazem os empresários atuarem no sentido de desenvolver formas para tornar suas organizações mais lucrativas.

No entanto, é preciso ter um pensamento amplo de gestão, indo além das áreas e departamentos da empresa. Perigos, crimes e fatores de riscos dos mais variados podem comprometer a continuidade do negócio. Assim, tudo o que se refere à segurança, em suas várias vertentes, passa a fazer parte do cenário empresarial como uma questão importantíssima para a sobrevivência do negócio.

Nesse cenário, como resposta à redução dos riscos, o setor de segurança empresarial passa a exercer uma função bastante relevante para garantir a continuidade da empresa, devendo, portanto, estar no nível estratégico — e não ser visto como um departamento operacional, como geralmente ocorre.

2.1. Conhecendo mais sobre o departamento de segurança empresarial

Como vimos, esse setor é tão importante para as empresas que é aconselhável que faça parte do planejamento estratégico da organização, sendo incorporado ao departamento de segurança empresarial.

Ele será o responsável por estabelecer as normas para a manutenção da integridade física dos funcionários e a proteção dos ativos intangíveis e tangíveis da empresa. Dessa forma, a segurança empresarial envolve, mais uma vez, a segurança em suas várias vertentes, como parte estratégica.

Inspirada na inteligência estratégica, de origem militar, a inteligência empresarial tem como propósito guiar a liderança das empresas, com o objetivo de adotar ações para a prevenção de questões futuras. Essas ações de prevenção acontecem por meio da busca, análise e coleta de informações.

A área de segurança empresarial também atua na verificação de possíveis ameaças que são impostas pelo mercado e concorrência, identificação de ameaças internas e externas, entre outras atividades.

Se você acompanhou este conteúdo até aqui, continue a leitura para saber mais sobre segurança empresarial!

3. Qual a diferença entre segurança empresarial e segurança patrimonial?

Resumidamente, podemos entender que a Segurança Empresarial zela pelas questões estratégicas em todos os fatores que tangem à segurança em suas várias ramificações dentro de uma empresa, como segurança ocupacional, de dados e registros, contra incêndios e assim por diante.

Já a segurança patrimonial faz parte da empresarial e cuida da parte operacional, com foco na proteção do patrimônio da empresa. Encarrega-se dos processos e métodos que garantem o cuidado com os bens da empresa, a manutenção da integridade física dos funcionários que fazem parte da organização, o planejamento e o cumprimento de procedimentos formais voltados para a redução dos riscos ao patrimônio empresarial.

Nesse contexto, tanto a segurança patrimonial como empresarial são separadas didaticamente para tornar mais fácil a compreensão dos termos — além de também contar com a ajuda de um gestor de segurança.

4. Quais são os profissionais de segurança empresarial?

Para garantir o alinhamento das ações de segurança, o papel do gestor de segurança é fundamental. Ele será o responsável por fazer o diagnóstico para que seja dado o tratamento correto quando se trata de segurança, uma vez que, se não for avaliada, planejada, estudada e compreendida, dificilmente cumprirá com o seu objetivo, que é proteger os bens tangíveis e intangíveis de determinada organização ou pessoas.

Em atividades como analisar e avaliar os riscos e perigos relativos à segurança empresarial, a atuação do gestor é fundamental, já que ele tem o conhecimento de ferramentas e a sensibilidade para trazer à tona detalhes até então invisíveis aos seus beneficiários.

Conforme o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), a atividade de um gestor de segurança compreende:

  • fazer a administração das equipes, coordenando os serviços de inteligência empresarial e assessorando as demandas;
  • fazer o gerenciamento das atividades de segurança em geral, elaborando planos e políticas de segurança;
  • atuar nas análises de riscos, adotando ações preventivas e corretivas para resguardar vidas, o patrimônio e restaurar a atividade-fim das organizações.

Além disso, conforme a CBO, é preciso, para o pleno exercício da função de gestor de segurança, a graduação no curso de segurança privada ou curso superior em outra área, mais curso de especialização em segurança, além de experiência profissional de, pelo menos, um ano.

É recorrente que as empresas, quando necessitam de um gestor de segurança, procurem por esses profissionais na área da segurança pública ou defesa. Geralmente, os cargos são ocupados por ex-militares das Forças Armadas ou ex-policiais.

No entanto, a realidade é que o tipo de experiência e conhecimento desses profissionais é bem diferente da necessidade das organizações, já que o preparo técnico é distinto e não abraça a área da segurança empresarial.

Vários desses profissionais estão em busca de treinamentos com foco na segurança empresarial. A intenção é agregar mais experiência com os conhecimentos necessários para a função no meio empresarial.

Em contrapartida, ainda existem profissionais que assumem o cargo sem ter o conhecimento sobre segurança empresarial e, quando isso acontece, acabam por não ter conhecimento de nenhuma metodologia para realizar uma análise de risco em profundidade.

No curso de formação tecnólogo de gestão de segurança privada é oferecido todo o conhecimento necessário para o exercício da função. O curso tem duração média de 2 anos e meio.

A grande curricular de tecnólogo em segurança privada varia de acordo com a instituição que oferece o curso e a modalidade. No entanto, em geral, estão presentes as seguintes disciplinas, entre outras:

  • análise e controle de riscos corporativos;
  • auditoria e investigação sobre fraudes;
  • comunicação empresarial;
  • condicionamento físico e defesa pessoal;
  • contabilidade;
  • desenvolvimento sustentável;
  • dinâmica das relações interpessoais;
  • direito administrativo;
  • direito aplicado;
  • direito constitucional;
  • direito penal;
  • direito processual penal;
  • economia e mercado.

Veja a seguir mais detalhes sobre a equipe de segurança:

4.1. Equipe de segurança empresarial

Para a efetividade da segurança empresarial é preciso contar com diversos profissionais, entre eles vigias, vigilantes, seguranças armados e até mesmo segurança de carros forte, se a empresa trabalhar com transporte de valores.

O curso profissionalizante na área de vigilância pode ser uma porta para muitas oportunidades no ramo. E para exercer essa função, os cursos são acessíveis, além de terem um curto prazo preparatório, que oferece qualidade e eficácia.

4.2. Características para atuar na profissão de segurança

Para quem deseja um emprego de vigilante, além da capacitação em uma escola de segurança credenciada pela Polícia Federal, bons profissionais precisam apresentar algumas características básicas para exercer a função de vigilantes, entre elas:

  • sigilo e discrição;
  • disciplina e cordialidade;
  • autocontrole e comprometimento;
  • atenção e boa memória visual;
  • boa comunicação;
  • boa capacidade de reação para lidar com situações de risco.

Se você acredita que tem essas habilidades e gostaria de saber mais sobre o curso profissionalizante na área de vigilância, que exige formação a partir da 4ª série do ensino fundamental e ter no mínimo 21 anos de idade, veja a seguir as áreas em que pode atuar:

  • vigilância;
  • transporte de valores;
  • segurança pessoal privada;
  • escolta armada;
  • segurança em grandes eventos.

5. Como ingressar no setor de segurança empresarial?

Uma opção rápida para quem deseja entrar no mercado de trabalho na área de segurança para empresas é fazer o curso de formação de vigilante.

Essa vem sendo uma atividade muito requisitada pelas empresas, visto que o aumento da criminalidade e da violência são fatores que preocupam toda a sociedade — em especial as empresas, que se veem vulneráveis diante da criminalidade.

5.1. Como ser um profissional de segurança empresarial

Nos termos da lei, o exercício da profissão de vigilante requer prévio registro no Departamento de Polícia Federal e a profissão de segurança só pode ser exercida de maneira regular com essa autorização. Assim, a empresa que descumprir essa determinação não apenas está descumprindo a legislação, mas pode receber multas e outras sanções legais.

Acontece que, para fazer esse registro, a Polícia Federal exige que o profissional:

  • seja brasileiro;
  • tenha mais de 21 anos de idade;
  • tenha cursado pelo menos a 4ª série do ensino fundamental (atualmente, o 5° ano escolar);
  • seja aprovado em curso de formação de vigilante (realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado);
  • tenha sido aprovado em exame de saúde física e mental;
  • não tenha registro de antecedentes criminais; e
  • esteja com as obrigações eleitorais e militares em dia.

Portanto, à empresa contratante caberá investigar os respectivos candidatos, já que se trata de uma atividade regulamentada.

Vencida essa etapa, preenchidos os requisitos pessoais e obtido o registro junto ao DPF, o profissional de segurança estará apto a trabalhar regularmente. Nesse caso, devemos levar em conta que a lei assegura ao profissional:

  • uniforme especial (custeado pela empresa);
  • porte de arma de fogo (somente em serviço); e
  • seguro de vida em grupo (feito pelo empregador).

5.2. Requisitos para um profissional de segurança

O segurança deve ter passado pelo curso de formação, estar empregado em empresa especializada ou empresa possuidora de serviço orgânico de segurança, registrado no DPF e responsável pela execução de atividades de segurança privada. Para realizar o curso de formação é necessário:

  • ser brasileiro, nato ou naturalizado;
  • ter idade mínima de vinte e um anos;
  • ter instrução correspondente à 4ª série do ensino fundamental;
  • ter sido aprovado em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada;
  • ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica;
  • ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais, sem registros de indiciamento em inquérito policial, de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal de onde reside, bem como do local em que realizado o curso de formação, reciclagem ou extensão: da Justiça Federal, da Justiça Estadual ou do Distrito Federal, da Justiça Militar Federal, da Justiça Militar Estadual ou do Distrito Federal e da Justiça Eleitoral;
  • estar quite com as obrigações eleitorais e militares e;
  • possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Para saber mais sobre a profissão de vigilante para atuar na segurança empresarial, continue a leitura!

5.3. É possível trabalhar como autônomo depois de fazer o curso de vigilante?

Não existe segurança autônomo. Todo vigilante deve estar empregado em empresa de segurança orgânica ou instituição especializada.

Qualquer organização pode ter o seu próprio serviço de segurança patrimonial, que é a segurança orgânica, porém, independentemente da quantidade de vigilantes, as exigências para a constituição da segurança orgânica são as mesmas das empresas de segurança especializada.

Estando regularmente apto a atuar, o vigilante poderá portar revólver e utilizar cassetete, mas só quando estiver em serviço. Mas atenção: o calibre do revólver deve ser 32 ou 38, e o cassetete deve ser de madeira ou de borracha.

E, ainda, a escolta armada é um exercício promovido por uma empresa de segurança privada que auxilia no transporte de cargas de alto valor. Para que a empresa execute essa atividade, deve ser devidamente autorizada pela Polícia Federal.

É fundamental que o segurança tenha pelo menos um ano de experiência como vigilante patrimonial — e esse trabalho deve ser exercido por, no mínimo, 2 profissionais de segurança.

Se quer saber mais sobre o direito dos vigilantes, então confira o link!

5.4. As empresas de segurança

A segurança patrimonial está mais ligada às atividades da vigilância e precisa estar de acordo com a legislação da segurança privada. As organizações de segurança privada podem ser classificadas de 2 formas:

  1. as que são chamadas de segurança orgânica, em que os funcionários da segurança também são funcionários da empresa em que prestam serviço.
  2. as empresas de segurança especializadas, que são aquelas que existem para prestar serviço a terceiros.

A terceirização dos serviços de segurança torna possível que o empresário se livre de toda a burocracia exigida pela Polícia Federal. Caso a empresa faça a opção por segurança orgânica, a empresa vai precisar contar com uma estrutura para cumprir toda a rigorosa legislação que regulamenta a segurança privada e, com isso, a organização acaba se afastando da atividade-fim do negócio.

O serviço de segurança empresarial vai além da prevenção contra assaltos, invasões e furtos. Sua função é atuar dentro da companhia na prevenção de incidentes e no rastreamento de vulnerabilidades.

Para acompanhar as exigências do mercado, nos últimos anos, as empresas de vigilância terceirizada se modernizaram. Com treinamentos constantes e o auxílio de equipamentos de ponta, estão investindo em reciclagem profissional de qualidade e seleção rigorosa de colaboradores, o que contribui para que conquistem a confiança do mercado.

Diante disso, diversos setores da indústria e do comércio, como shoppings e clubes, optam pela contratação de uma empresa terceirizada para proteger seus funcionários, clientes e ativos.

Como vimos ao longo desse conteúdo, um cenário econômico em que a correta alocação de investimentos é indispensável para o sucesso dos negócios, otimizar os gastos com segurança é muito importante para as corporações.

Por meio de processos de terceirização dos serviços de segurança, é possível melhorar os investimentos na área, tornando mais eficaz o direcionamento dos recursos orçamentários. Além disso, as empresas especializadas dão acesso aos melhores profissionais do mercado e a equipamentos de alta tecnologia.

Nesse contexto, podemos concluir que a inclusão da segurança empresarial no desenho organizacional é indispensável para as organizações atuarem de maneira estratégica, monitorando todos os processos que fazem parte do negócio.

Assim, a segurança empresarial é algo importante para a continuidade do negócio e representa uma vantagem competitiva, já que contribui para uma melhor gestão das adversidades, tanto no âmbito interno, quanto externo. Assim, para um funcionamento eficiente do setor de segurança empresarial, faz-se indispensável a atuação de profissionais capacitados e habilitados para atuar no departamento.

Se você gostou deste conteúdo sobre segurança empresarial, veja como podemos lhe ajudar a entrar nessa carreira com cursos de formação rápida e que garantirão a você vantagens sobre seus concorrentes!

Sem Comentários